terça-feira, 30 de abril de 2013

...do sentir interior...!


"A distinção entre o verdadeiro e o falso aplica-se às ideias, não aos sentimentos. Um sentimento pode ser superficial, mas não mentiroso". (Arthur Koestler)


“Amar não é uma ideia… ”. (Peter)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

"Los gestos de Francisco no son innovación, sino Evangelio"


"Los obispos se manejan como si fueran dueños del rebaño"



¿Ha llegado el momento de activar, de una forma clara y decidida, la corresponsabilidad de los laicos en la Iglesia? 

El Concilio Vaticano II también dejó bien claro este asunto, cuando habla de la común dignidad de las y los bautizados en la Iglesia, y cuando eligió el concepto de Pueblo de Dios para reflexionar sobre la identidad de la Iglesia en la Constitución Lumen Gentium. Creo que el asunto no va por la comprensión de la corresponsabilidad de los laicos, sino por el problema del clericalismo en la Iglesia de parte de los obispos y presbíteros, ese sí es un problema grave. Esto nos ha llevado a instrumentalizar nuestro ser sacerdotal para acumular privilegios y convertir nuestro estatus en la Iglesia y en la sociedad, en una casta superior. Aún entre nosotros los ministros ordenados, mantenemos en los hechos, como en la edad media, las diferencias entre el alto y el bajo clero.

Los signos que está dando el Papa en este momento van por ahí. Romper las barreras que hemos creado en la Iglesia para querer hacer evidentes unas diferencias creada por nosotros, que ni el Padre de los Cielos, ni Cristo, ni el Espíritu Santo, es decir, el mismo y único Dios, ha diseñado. Tenemos que hacer desaparecer el concepto principesco e imperial con el que nos manejamos quienes hemos accedido al orden sagrado. Actuamos de manera contraria a lo que San Pedro nos recomienda en su Primera Carta, esto es, que no nos comportemos como si fuéramos dueños del rebaño, y lo que es peor, el que nos sentimos los dueños de la Iglesia. 

(José Manuel Vidal)  (entrevista na íntegra aqui)

.. do fogo que nunca se apaga...!



Fontes: João 21

“Filhos, tendes alguma coisa de comer? Responderam-lhe: Não.“ 

Nem uma pergunta sobre o desânimo e a descrença que os tinha feito regressar os caminhos antigos… e ainda Pedro não despertara totalmente da sua nudez interior que o levara a arrastar os outros às águas em busca de alimento e já as brasas voltavam a reacender-se naquela repetição do episódio do outro fogo das negações… agora, tudo ali se resumia à presença faminta que o Pai sabia existir nos filhos…! 

“Vinde, comei.” 

Jesus não disse: vinde e adorai-me… vinde e servi-me… ali quem serve e convida é Jesus que sabe não poder ofertar alimentos se aqueles homens não lhe oferecerem também do que conseguiram colher nos mares da vida … ali todos precisam uns dos outros… ali, toma verdadeiro significado a palavra COMUNHÃO… ali, à volta dessa comunhão humana com o Divino então é quando o AMOR encontra LUGAR para se exprimir totalmente: 

“Pedro, amas-me?”… então vai e ama os meus..” que são também teus…vai e larga as tuas redes… os teus barcos… a tua nudez revestida de trapos dos teares do mundo… vai e ama… porque onde houver amor, aí o Pai estará… porque Deus é AMOR…

Ali nem um tecto… ali, nem um único muro… ali, os únicos cantos gregorianos que soavam vinham do ecoar das ondas do mar escritos nas pautas da imensidão dos grãos da areia pisada por aquelas vidas rudes e de rostos tão humanos incensados pelas aragens do salitre que voltava a queimar a existência daquele sal humano que se perdera nos saleiros que já não conseguem dar mais sabor àquele ALIMENTO que sacia a verdadeira fome de Deus…!

Obrigado Jesus pelo fogo que nunca se apaga…pelas  brasas que vais mantendo sempre acesas, à espera… no AMOR que nunca as deixará apagar para que outros possam saciar a sua fome…

sábado, 27 de abril de 2013

Debate com leonardo Boff.

Um pormenor ente muitas coisas que sobressaem deste debate, a capacidade de encaixe de Leonardo Boff que procura manter, apesar da pressão a que é aqui submetido, para que o rumo das discussões não descarrilem dessas imensas linhas de compreensão que o tema exige e carrega. Mas melhor é escutar o debate e que cada um tire as suas conclusões!